segunda-feira, 24 de junho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
O prometido é devido...
Assim é. Eis o segundo de 4
up side down
ver mais detalhes em www.somethingformypleasure.blogspot.com
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Dia de Portugal 2013
Ouvi com os meus
ouvidos ou pleonasmo da ideia feita?
Embora com antecipada expectativa
de não ir ouvir nada de novo, lá liguei a TV para ver e sobretudo ouvir o que
neste dia de Portugal se iria dizer. Como deverão entender, a expectativa ia
sobretudo para o discurso do PR.
Acabou por não ser uma desilusão,
mas antes uma decepção, frustrante em toda a sua plenitude. Não o poderemos
considerar apócrifo, pois o seu conteúdo foi, certamente, bem pensado.
Tratou-se de um discurso em
perfeita desconexão com realidade presente, falando mais do passado, acrítico,
inerte e inócuo sem qualquer evidência de interesse ou preocupação substantiva
em focar, mesmo que ao de leve, os reais problemas que afligem a grande maioria
dos Cidadãos Portugueses.
Evocar num discurso ─ que se esperava fosse de estadista
preocupado com as assimetrias da sociedade portuguesa, desemprego, pobreza,
falta de entendimento político dos partidos, imprecisões dos técnicos
governativos ou a sua incompetência e falta de sensibilidade social ─ vir falar entre outras vulgaridades, da
deficiente qualidade dos nossos solos agrícolas, a boa performance do
concentrado de tomate…é de facto fazer um discurso para dizer nada.
Reiterou portanto aquilo que temos vindo a inculcar na nossa opinião: o PR poderia ser o último bastião de esperança, garante de uma mudança de regime; os seus poderes constitucionais permitir-lhe-iam actuar nesse sentido. Poderia ser, mas não é.
Cada dia que passa, mais demonstra que não é capaz de o fazer, não sendo mais do que uma figura decorativa, sem expressão politica, pior: sem acção consequente.
Reiterou portanto aquilo que temos vindo a inculcar na nossa opinião: o PR poderia ser o último bastião de esperança, garante de uma mudança de regime; os seus poderes constitucionais permitir-lhe-iam actuar nesse sentido. Poderia ser, mas não é.
Cada dia que passa, mais demonstra que não é capaz de o fazer, não sendo mais do que uma figura decorativa, sem expressão politica, pior: sem acção consequente.
Salvou a ocasião e o evento, o
discurso do Silva Peneda, que utilizou argumentação sobre os principais
problemas nacionais com uma terminologia nova, inovadora, perfeitamente
consentânea com a realidade que vivemos, isto para quem o conseguiu entender.
Continuo com a Bandeira Nacional
hasteada no muro de minha casa. Continuo a ser Português com muito orgulho, mas
custa-me, cada vez mais, assistir impávido à continuidade destas palhaçadas!
Ps. Surpresa foi de facto o PR ter ido cumprimentar os antigos
combatentes. Porque terá sido?
quarta-feira, 5 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
Partidos políticos-Descrença e desengano
... ou o fandango das cadeiras
Olhando
à nossa volta, quer vendo e escutando as diferentes estações de TV quer lendo
os jornais e revistas, nacionais e internacionais, facilmente nos interrogamos
sobre a sanidade mental da grande maioria dos responsáveis governantes actuais,
sobretudo aqueles que nos dizem mais directamente respeito, nacionais e
europeus.
A
sua actuação, continua recorrentemente em roda livre na maioria dos casos – com
uma oposição que não consegue desligar-se do intento de pretender ser mais do
que alternância, em vez de alternativa, embora alegando querer fazer-se crer
colada à segunda. Coloca-se portanto na confortável posição de em nada
contribuir para a solução dos problemas reais. Pior, rejeita liminarmente
entender-se, quer entre si, quer entre os restantes agrupamentos que poderiam
gerar alguma massa critica relevante, consequente.
Por
seu lado, os governos e sobretudo as forças partidárias que os apoiam,
identificadas com a política que exerce o poder, (ensaiando por vezes pseudo-
protestos, insipientes e inconsequentes) mantêm-se na luta surda (bem visível)
na manutenção dos privilégios anteriormente adquiridos através do voto, com o
evidente objectivo, para além da sua manutenção, reconquistar e assegurar o
futuro das suas posições, relativas ou absolutas, mesmo que conseguidas em
coligação.
É
portanto insofismável que com o sistema actual da chamada “Democracia
Representativa” que possuímos, a grande maioria dos cidadãos, acaba por não ser
minimamente representada ─ grande parte deles votantes dessas mesmas forças ─
sendo por isso, recorrentemente espoliada e violentada nos seus mais primários
direitos a começar pelo da cidadania, sem qualquer possibilidade de recurso.
Estes
factos, baseados na cega aplicação de princípios partidocráticos, conduz-nos
portanto a um estado latente de fraude que redunda num profundo desengano dos
cidadãos e da sua concomitante descrença nos partidos políticos e no sistema
por eles-próprios perpetrado, vendido pressupostamente (sobretudo durante as
campanhas eleitorais) como forma representativa na intenção da defesa dos genuínos interesses dos cidadãos votantes.
Assim,
há que repensar o sistema actual tendo em vista inverter, ou, porque não,
muda-lo radicalmente, abolindo os conluios conclavistas combinados de acordo
com os interesses instalados, ou a instalar, sempre cozinhados nos bastidores
dos gabinetes pelos cabeça-de-pontificados, antes de as ideias serem
plebiscitadas publicamente. Asseguram-se, desse modo, a defesa dos interesses
de cada parte integrante, sempre em regime de alternância em sucessão sucessiva
de sucessões, que se sucedem sem cessar, salvo se algo suceder em contrário,
interrompendo essas ciclo de sucessões
alternantes.
Se
recuarmos um pouco no Tempo, encontraremos filósofos, escritores e gente das
franjas de pensadores, todos intelectuais que nos deixaram algumas pistas
importantes, sobretudo na interrogação da necessidade de possuirmos um sistema
político baseado em partidos políticos, ou, pelo menos, na sua actual forma de
representatividade.
Kant, Heidegger,
Engels, Breton, Nietzsche, Simone
Weil, Deleuse ou Satre entre outros, afloraram este tema por formas, concepções
filosóficas e teses diferenciadas, porventura com maior ou menor grau de
radicalismo ideológico, demonstrando todavia um fio condutor que os une. Este
evidencia-se ao colocarem em questão, por forma mais ou menos explícita, as regras
impostas nas sociedades onde viveram,
(totalitárias algumas) sobretudo no que concerne aos sistemas de repartição da
riqueza produzida e a constatação factual da completa falência dos diferentes
sistemas vigentes à época.
De
uma ou de outra forma, colocam em questão a legitimidade existencial do poder
organizado partidariamente, (partidocracia) considerando-o um veículo ideal à
corrupção e à ditadura das maiorias “democraticamente eleitas.” Teremos de
atentar que o sistema criado e desenvolvido ao longo do tempo, é hoje um
sistema com um perfeito autofinanciamento perpetrado e legislado pelos próprios
parlamentares através da acção votante "activa" dos incautos cidadãos. Esse dinheiro sai,
como sabemos, dos orçamentos do Estado, na proporção dos votos recolhidos,
logo, do bolso dos ingénuos votantes.
É
evidente que vivemos hoje num sistema algo diferente na forma, mas não no
conteúdo. De facto, somos presentemente objecto de um estado de experimentação
abusiva da condição sociológica/financeiro/política, conduzidos pela batuta
de grupos de técnicos teóricos, ou por
políticos incompetentes ou corruptos, impondo por aplicação cega as suas
próprias concepções políticas e ideológicas
a um rebanho de obedientes cidadãos, pacíficos e inertes (seus eleitores
ou não) mesmo quando lhes expropriam a quota-parte do que produziram ou do que
fruem na velhice já sem produzir, após largos anos de contributo produtivo.
No início do século XXI, encontramo-nos pois inexoravelmente
na situação paradoxal de adormecimento; a grande maioria em estado letárgico,
de tal forma apática, que nem sequer entende que é ele-próprio-cidadão a
contribuir para a sustentação do sistema e, claro, da sua própria desgraça.
Coloca-se
portanto a questão de identificarmo-nos como “nós enquanto cidadãos”, antes de
“apoiantes deste ou daquele partido”, partidos que, na prática durante mais de
um século, têm contribuído para a exploração do cidadão; em benefício próprio,
singular ou das suas máquinas partidárias, seus apoiantes ou ingénuos
simpatizantes ou ainda muitas vezes, mecenas em sede-própria ou com expectável
futuro-beneficio-próprio.
É
certo que conseguimos neste longo período de tempo melhorar o nível e qualidade
de vida dos cidadãos em geral. Esse facto reflectiu, na sua maioria, lutas esforçadas
na defesa da sua quota-parte na produção de riqueza criada. Por delapidação
inconsciente e leviana, má gestão de recursos e ganância desenfreada, hoje
encontramos a classe política dominante-alternante, a tentar espoliar as
classes que contribuíram decisivamente na construção de toda a pirâmide
produtiva, que eles, políticos, deliberadamente ou não, desmoronaram e
continuam claramente empenhados em desmantelar, para protecção do seu
bem-estar-próprio e dos seus mentores-beneficiários directos, leia-se, o poderio
económico-financeiro.
Estamos
assim perante uma necessidade imperiosa de inversão do critério de valores, de
paradigma. Não poderemos continuar a permitir que os políticos através dos seus
partidos (ou alguns dos seus partidários, à
revelia dos partidos a que pertencem, como se começa a verificar…) façam
como Pilatos : “um cidadão a mais ou a menos ─ que importa?”
Temos
que lutar para podermos regressar ao estádio que nos distingue dos animais
irracionais: utilizar o primado da inteligência em direcção ao Senso Comum e à
Razão; evitando, contornando, vencendo, este estado actual de raciocínios,
alegadamente técnicos, mas de facto subtis, armadilhados e falaciosos, sempre
com ónus para o vulgar cidadão e benefício para o poder. (…político e financeiro)
Para
tal, há que dar um sinal claro, suficientemente perceptível a todos os partidos
políticos sem excepção e sobretudo aos” catedráticos” da política. Sem recorrer
à violência ou sublevação civil julgo só existir uma forma: demonstrar nas
urnas o repúdio ao sistema, não votando em nenhum dos partidos existentes.
Claro
que os habituais clientes partidários, ou aspirantes a tal, votarão sempre. Mas
não chegarão por certo para garantirem, sozinhos, uma representatividade
efectiva. Uma atitude destas implicará por certo a reflexão dos partidos em
aceitar ─ com a humildade que lhes tem faltado ─ a imperiosa necessidade de
considerar o cidadão fora do âmbito clientelar da partidocracia, falando,
discutindo em conjunto entre-si, por forma a encontrarem formas consensuais na
resolução dos reais problemas do País.
Estará
nas nossas mãos que tal se venha a realizar!.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Pinturas & Desenhos
Exposição
de Pintura
Convite/Invitation
É com satisfação que vos convido a visitar mais uma
exposição de pintura, desta feita promovida pela Divisão de Intervenção Social
e Cultural do Município da Lourinhã, que reunirá 20 trabalhos meus, seleccionados
entre pinturas e desenhos. Não é uma escolha temática. Será mais um epítome da
minha produção pictórica entre 2007 e 2011,
resultante da livre escolha da promotora.
resultante da livre escolha da promotora.
A exposição terá lugar na
Galeria de Exposições do Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira, no
centro histórico da Lourinhã, Rua João Luis de Moura, nº 60 sendo inaugurada no dia 15 de Fevereiro pelas
18:00 horas (onde estarei) prologando-se
até 28 desse mês.
A entrada é livre, funcionando
todos os dias úteis entre as 10:00 e as 12:30 e 14:00 e 17:30 horas. Não se
encontrará aberta aos sábados e domingos, excepto para grupos que o justifique.
Caso tenham disponibilidade ou
oportunidade de vir, agradeço me contactem com alguma antecedência por email ou para um dos telefones em rodapé,
por forma a poderem dar-me o prazer de vos acompanhar no decorrer da vossa
visita.
Para os que vivem longe,
sobretudo no norte ou fora do país, asseguro-vos desde já estadia gratuita, na
minha modesta casa (até dois casais, ou um casal com dois filhos) agradecendo,
para esse efeito, o vosso atempado aviso.
Até breve, espero!
It is my utmost previlege invite you to visit an
art exhibition promoted by the local Divisão de Intervenção Social e Cultural
do Município da Lourinhã, exposing 20 of my works, (performed between 2007 and
2011) all selected by the promoter, among paintings and drawings.
The
exhibition wil be held at Galeria de Exposições do Centro Cultural Dr. Afonso
Rodrigues Pereira, in the historical center of Lourinhã, Rua João de Mora, nº
60. The official opening day is scheduled for 15 February at 18:00H and it will
be extended up to 28th of Febraury.
Admission is free, being
available on all week work days (Monday/Friday) from 10:00-12:30 and 14:00- 17:30H. It will be closed during
weekend.
In case you can come down,
please let me know in due course, by email or under the phone through one of
the available numbers. (see footer) I shall be very pleased to grant you my
personal escort and offer appropriate lodging during your stay in my modest
hut, nearby Lourinhã. If necessary, I’ll pick you up at Lisbon airport. Just le
me know in advance your fligth details.
Hoping to see you soon,
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